Mostrando postagens com marcador city-tour. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador city-tour. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de junho de 2010

O que tenho feito ultimamente

Durante a semana fico enclausurada em casa ou na biblioteca, escrevendo a monografia, com interrupções para aulas de spinning, dança de salão, salsa e pilates.

Mas nos fins de semana tento aproveitar o que a cidade e o entorno oferecem… alguns aperitivos:

  • Passeio de barco pelo Spree, rio que corta a cidade, no começo de maio:
  • Visita ao presídio de Höhenschonhausen, hoje desativado, onde ficavam os presos políticos da ex-República Democrática Alemã. Durante 2h, o guia, um ex-detento, conta a história do prédio, o dia-a-dia dos presos, as técnicas de tortura aprendidas com os soviéticos (que também usaram o prédio como presído logo após a Segunda Guerra) e como funcionava a máquina policial e judiciária do regime comunista alemão, também no começo de maio:
  • Karnaval der Kulturen, um “carnaval de rua fora de época” muito engraçado, com direito a “trios elétricos”, que corta as ruas de Kreuzberg, em 23 de maio:

O bloco “mais animado” (!), Afoxé Leoni, era “teuto-brasileiro”: uma puxadora baiana e muitas baianas alemãs… 

  • Ida a Bückow, uma cidade a 1h30 ao norte de Berlim, passando por lindos campos amarelos (plantações de canola) e florestas de um verde intenso, típico da primavera, no final de maio:

Como não amar esta cidade?!

domingo, 16 de maio de 2010

Últimos dias com a Patrícia

Como eu ainda estava em época de provas quando a Patrícia chegou, ela acabou tendo que fazer a maior parte dos passeios em Berlim sozinha. Mas, depois que voltamos da nossa viagem pela Europa, ainda consegui mostrar a ela algumas coisas que ela não tinha visto na cidade, como a East Side Gallery (pedaço do muro hoje inteiramente pintado por artistas plásticos), o Museu Judaico, o Domo (catedral protestante) e o bairro de Friedrichshein.

Na véspera da nossa despedida, Pat e eu passamos o dia na vizinha cidade de Potsdam, capital do Estado de Brandemburgo (Berlim, como Brasília, é um “enclave” dentro de Brandemburgo), palco da Conferência realizada pelos aliados em 1945, que resultou na divisão da recém-derrotada Alemanha em quatro áreas de ocupação administradas por EUA, URSS, Inglaterra e França –- e que mais tarde resultaria na divisão do país em dois, com a criação da República Democrática Alemã.

Além da obrigatória visita a Sanssouci, com seus jardins e palácios, também fomos ao Castelo Cecilienhof (onde se realizou dita Conferência), ao bairro holandês e à vila russa Alexandrowka.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dublin I - Fachadas Vitorianas

Pousei no aeroporto da capital da Irlanda às 9 da manhã da última quinta-feira, 8.10., onde fui recebida por um sol radiante -- e mais que bem-vindo, considerando a chuva torrencial que caía em Berlim na hora da decolagem. Depois de alguns minutos de adaptação ao divertido sotaque local, e de "desadaptação" do reflexo condicionado de falar alemão, já estava pronta para o batismo de fogo pelo qual todo turista acidental tem que passar: descobrir como chegar do aeroporto à cidade, o que ver e onde ficar sem gastar muito. Quanto aos dois primeiros passos, problema nenhum; já quanto ao terceiro... sem saber, acabei chegando justamente no final de semana em que Irlanda e Itália se enfrentariam em Dublin pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, o que inundou de "tifosi italiani" as ruas e hospedarias da cidade. Problema nenhum, não fosse o fato de eu não ter feito qualquer reserva. Resultado: um imprevisto passeio turístico por cerca de 15 hotéis, hostels e "Bed & Breakfast" até conseguir um pouso que reunisse todas as condições mínimas para minha estadia: 1) vaga; 2) localização; 3) banheiro no quarto; e 4) diária não-extorsiva.

Superado o inconveniente, embarquei em um city-tour e me deixei encantar pelo sem-número de casas em estilo vitoriano, com suas fachadas de tijolinho aparente, janelas cujo tamanho diminui conforme os andares aumentam (para que a casa pareça mais alta do que realmente é), e portas laqueadas nas mais diversas cores, sempre ladeadas por colunas gregas e encimadas por vidraças em meia-lua.






Acho que nunca uma cidade correspondeu com tanta exatidão à idéia que eu fazia dela...