Durante a semana fico enclausurada em casa ou na biblioteca, escrevendo a monografia, com interrupções para aulas de spinning, dança de salão, salsa e pilates.
Mas nos fins de semana tento aproveitar o que a cidade e o entorno oferecem… alguns aperitivos:
- Passeio de barco pelo Spree, rio que corta a cidade, no começo de maio:
- Visita ao presídio de Höhenschonhausen, hoje desativado, onde ficavam os presos políticos da ex-República Democrática Alemã. Durante 2h, o guia, um ex-detento, conta a história do prédio, o dia-a-dia dos presos, as técnicas de tortura aprendidas com os soviéticos (que também usaram o prédio como presído logo após a Segunda Guerra) e como funcionava a máquina policial e judiciária do regime comunista alemão, também no começo de maio:
- Karnaval der Kulturen, um “carnaval de rua fora de época” muito engraçado, com direito a “trios elétricos”, que corta as ruas de Kreuzberg, em 23 de maio:
O bloco “mais animado” (!), Afoxé Leoni, era “teuto-brasileiro”: uma puxadora baiana e muitas baianas alemãs…
- Ida a Bückow, uma cidade a 1h30 ao norte de Berlim, passando por lindos campos amarelos (plantações de canola) e florestas de um verde intenso, típico da primavera, no final de maio:
Como não amar esta cidade?!




